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Manual explica como diminuir incidência de tuberculose em presídios

Com o objetivo de diminuir a transmissão de tuberculose, além de ações para a população em geral, algumas estratégias específicas estão sendo desenvolvidas para controlar a doença em grupos populacionais que vivem em condições desfavoráveis, entre eles está a população carcerária. No Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil estão normas e ações que podem evitar a propagação da doença em todos os tipos de ambientes, com atenção especial às ações voltadas para a população prioritária.
De acordo com o Boletim Epidemiológico de Tuberculose, divulgado na última segunda-feira (26), a incidência da doença é maior entre presos do que entre a população em geral. Em 2010 as pessoas reclusas em penitenciárias representaram 0,2% da população do país diagnosticada com tuberculose. Desse total, 6% dos casos notificados noSistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) eram de detentos. O estado do Rio de Janeiro (2.081,2) apresentou a maior taxa de incidência, seguido pelo Maranhão (1.995,8), Rio Grande do Sul (1.644,2), Bahia (1.620,3), Pernambuco (1.517,2), Espírito Santo (1.466,1) e Pará (1.451,5).
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, esclareceu durante o anúncio do boletim que uma das estratégias usadas pelo Ministério da Saúde é aumentar a oferta universal de tratamento aos pacientes com tuberculose. “A melhora das condições sociais pode nos ajudar a alcançar este objetivo”.
O estudo diagnosticou que as penitenciárias facilitam a ocorrência e transmissão da tuberculose. Para evitar o a maior contaminação a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério da Justiça criou Manual de Intervenções Ambientais para o Controle da Tuberculose nas Prisões. Nele foram descritas intervenções simples baratas para melhoria das condições de ventilação e iluminação das prisões, sem comprometimento da segurança dos presídios. Entre as recomendações está a priorização da utilização de recursos de iluminação e ventilação natural ao invés das fontes artificiais.
Ajude a erradicar a tuberculose do país e dissemine essa informação.
O consumo diário de aproximadamente 1200 mg do mineral ajuda adultos e idosos a afastarem o fantasma da osteoporose 

Amigo cálcioO consumo diário de aproximadamente 1200 mg do mineral ajuda adultos e idosos a afastarem o fantasma da osteoporose. Confira agora o ranking das principais fontes de cálcio para cada 100 g* de alimento e não as perca de vista na hora das refeições:

foi o aumento da eficiência 
do sono nas pessoas que
consumiram suco de cereja.
Segundo pesquisa
da Universidade Nothumbria, na
Inglaterra, a bebida aumenta
os níveis do hormônio
melatonina e garante 25
minutos a mais na cama

Diabete

S tipo 2Até bem pouco tempo atrás, o diabetes tipo 2 fazia parte das doenças associadas ao envelhecimento natural da pessoa. Mas um fato tem chamado a atenção do Ministério da Saúde: o crescimento da doença em pessoas com idade abaixo de 40 anos. O alerta é geral: o perfil mudou, mas os riscos ainda são os mesmos que têm feito os brasileiros se tornarem vítimas precoces de doenças como infarto ou derrame.
Alimentação inadequada e hipercalórica, aumento da obesidade, sedentarismo e estresse. “O diabetes já foi uma doença típica do envelhecimento, mas esta situação mudou e as pessoas precisam estar atentas para isso”, diz Fadlo Fraige Filho, presidente da Federação Nacional de Associações e Entidades de Diabetes, em entrevista para a VivaSaúde.
Para quem ainda duvida, basta dar uma olhada nas mais recentes estatísticas sobre a doença. No Brasil, já temos 6,2 milhões de portadores com idade acima dos 18 anos, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde no último dia 14 de novembro, Dia Mundial do Diabetes.
Os dados fazem parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel-2006). O número por si já bastaria para assustar, mas a própria coordenação da Política Nacional de Prevenção e Diabetes admite que a situação real é ainda mais preocupante, já que pelo menos metade das pessoas simplesmente não sabe que é portadora da doença. Sem o diagnóstico correto e, na maioria das vezes, sem apresentar os principais sintomas (veja quadro: Sinais e sintomas) essas pessoas infelizmente só descobrem o diabetes quando surgem as complicações mais sérias.
Epidemia mundial
No diabetes tipo 2, a insulina produzida não é suficiente para controlar os níveis de açúcar presentes na corrente sangüínea. Este problema é chamado de resistência à insulina. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, esse tipo é de oito a dez vezes mais comum que o tipo 1, também chamado de diabetes juvenil. Neste caso, a doença é autoimune, caracterizada pela destruição das células produtoras de insulina. Nos casos de diabetes tipo 1, o paciente deve tomar insulina para sobreviver, pois não produz (ou produz quantidades muito pequenas) desse hormônio. Esse tipo é também o mais comum entre as crianças. “Assim como a obesidade, e até devido a este crescimento, o diabetes tipo 2 também é classificado como uma epidemia mundial”, lembra Fraige Filho. Segundo ele, o diabetes já é, juntamente com a hipertensão, a doença que mais mata no país. “Mas a boa notícia é que prevenir o diabetes tipo 2 passa pela prevenção de uma série de outras doenças, incluindo a obesidade”, explica. “Precisamos combater os grandes problemas associados à vida moderna para evitar o crescimento da doença”, completa.
"FALTA DE DIAGNÓSTICO DETECTA TARDE DEMAIS A DOENÇA. PREVENÇÃO AINDA É O MELHOR REMÉDIO"
      Alimentação e exercícios: peças-chave
As peças-chave para a prevenção do diabetes tipo 2 são simples. Por mais que os médicos repitam isso, no entanto, a mudança no estilo de vida, fundamental para a prevenção e sucesso no tratamento, ainda é uma tarefa complicada. 
Sinais e sintomasSabe-se que no diabetes do tipo 2, o fator hereditário é muito maior do que no tipo 1. Além disso, há uma grande relação com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos portadores da sejam obesos. A incidência é maior após os 40 anos. Uma das características da doença é a produção contínua de insulina pelo pâncreas. O problema está na incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Por muitas razões suas células não conseguem metabolizar a glicose suficiente da corrente sangüínea. Esta é a chamada “resistência insulínica”. O diabetes tipo 2 é cerca de 8 a 10 vezes mais comum que o tipo 1 e pode responder ao tratamento com dieta e exercício físico. Outras vezes vai necessitar de medicamentos orais e, por fim, a combinação destes com a insulina.
Os principais sintomas da diabete são? 
 Infecções freqüentes
 Alteração visual (visão embaçada)
 Dificuldade na cicatrização de feridas
 Formigamento nos pés
 Furunculose

Mais crianças e mais jovens com a doença
A doença está atingindo cada vez mais cedo crianças e jovens. Até agora, os médicos não têm uma explicação lógica para isto. Surpreende o fato de ser o diabetes tipo 2, e não o tipo 1, a juvenil, mais comum entre entre as crianças.

"EPIDEMIA ASSUSTA E DESPERTA EM NÓS O ALARME: SERÁ QUE ESTE NÃO É O MOMENTO DE REPENSARMOS NOSSO ESTILO DE VIDA E O DOS NOSSOS FILHOS?"

Aquecimento Global

Efeito Estufa

2007: O ANO MAS QUENTE DOS ÚLTIMOS SÉCULOS
Algo está acontecendo com o clima da Terra. Segundo a previsão do Met Office, o instituto de metereologia Britânico, a temperatura do planeta vai ficar 0,45°C mais alta do que a média dos últimos 150 anos.
     Ondas gigantes invadiram cidades.
No Brasil, furacões como Catrina, em 2004, o primeiro registrado no Atlântico sul, podem voltar a acontecer. Com o gradual aquecimento da Terra, montanhas de gelo em todo o mundo estão derretendo, desertos avançaram as áreas atingidas por secas dobraram em trinta anos. Um quarto da Terra já virou deserto. A ONU estima que 150mil pessoas morrem a cada ano em função das secas, inundações e fatores relacionados ao aquecimento global. Estima-se que em 2030 o número dobrará.

   Desde o início da Terra, há bilhões de anos, o planeta passou por mudanças climáticas. Mas, o aquecimento global está chegando a dimenções irreverssíveis. O que provocou isso, como amenizar seus efeitos para garantir a vida na Terra?

 COMO ACONTECE?
   Ao ser liberado na atmosfera, o gás carbônico forma uma película em volta da Terra que absorve a energia do Sol não deixando o calor voltar ao espaço. Isso é chamado de Efeito estufa.

Ecologia


A ecologia:
     O estudo dos seres vivos no seu ambiente natural é chamado de Ecologia.  Estudando o habitat de um animal, os ecologistas podem entender porque certos animais comportam-se de uma determinada maneira. O primeiro a usar a palavra ecologia foi o biólogo alemão Ernst Haeckel (1834-1919): Em 1919, ele adefiniu a palavra ecologia como o "estudo da economia e ambiente dos organismos animais". A palavra vem do grego oikos, que significa "casa" ou "lugar em que se vive".
      Um ecossistema pode serpequeno com uma gota de chuva que cai em uma folha, ou grande como um oceano. Os dois têm características da área ao seu redor e contêm grupos de seres vivos que interagem uns com os outros. Uma simples árvore e uma enorme floresta são exemplos de ecossistemas. A pele humana também pode ser chamada de ecossistema, pois abriga colônias de bactérias e acarianos.

AIDS

HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. Causador da aids, ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.
Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a aids. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas, podem transmitir o vírus a outros pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.

Biologia – HIV é um retrovírus, classificado na subfamília dos Lentiviridae. Esses vírus compartilham algumas propriedades comuns: período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença, infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune.

CRACK, É POSSÍVEL VENCER

Alagoas e Maceió iniciam ações de combate à droga

Ministro Alexandre Padilha anuncia a implantação de três novos CAPSad 24 horas (Centros de Atenção Psicossocial para Álcool e Drogas), 23 Unidades de Acolhimento e novos leitos em enfermarias especializadas.
       O governo de Alagoas e a prefeitura de Maceió assinam, nesta terça-feira (27/3), a adesão ao programa do governo federal Crack, é Possível Vencer. Por meio desse pacto, serão investidos, no estado e nos municípios alagoanos, mais de R$ 37 milhões até 2014. O valor se divide nas áreas de Saúde (para aumentar a oferta de tratamento e atenção aos usuários de drogas), de Segurança Pública (para enfrentar o tráfico e as organizações criminosas) e de prevenção (para capacitar profissionais que trabalham com o tema).
       Atualmente, existem quatro Centros de Referência Especializada em Assistência Social (Creas) em Maceió. Até o fim deste ano, o ministério vai apoiar a implantação de mais uma unidade, na região de Benedito Bentes. A capacidade passa de 320 atendimentos para 400 pessoas/famílias. No estado todo, a capacidade de atendimento fica em cerca de 3 mil. Nas cinco unidades Creas será repassado o cofinanciamento para o Serviço de Abordagem Social, totalizando R$ 7,65 milhões neste ano, que atuará em conjunto com os Consultórios na Rua do MS.
       O programa Crack, é Possível Vencer foi lançado em dezembro passado pela presidenta Dilma Rousseff e conta com ações dos ministérios da Justiça, da Saúde, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e da Educação, além da Casa Civil e da Secretaria de Direitos Humanos.

 

 

A Mamografia

Existem  dois tipos da doença que mais atingem as mulheres – de mama e colo de útero – são menos letais e podem ser tratados, desde que descobertos precocemente. Na semanaem que se comemora oDia Internacional da Mulher(8 de março), saiba o que deve ser feito em cada faixa etária para afastar os riscos de morte da vida das mulheres
Depois do câncer de pele, tipo da doença que mais atinge os brasileiros, o câncer de mama e de colo de útero são os de maior incidência entre as mulheres. O de mama é o que mais mata as mulheres: foram mais de 12 mil mortesem 2009. Para 2012, estima-se o surgimento de mais de 52 mil novos casos da doença. Na semana que marca o Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, o Ministério da Saúde alerta para a necessidade de cuidados e hábitos saudáveis, além do diagnóstico precoce que aumenta as chances de cura.
A assessora do Departamento de Atenção Especializada do Ministério da Saúde, Maria Inez Gadelha, explica que, apesar de adoecerem mais do que os homens em decorrência do câncer, as mulheres tem mais chances de sobreviver à doença.  Isso porque os dois tipos de câncer que mais atingem as mulheres – de mama e de colo de útero – são menos letais do que os outros.“Além disso, a mulher se cuida mais, leva a sua saúde mais a sério e isso facilita a descoberta dos casos quando eles ainda podem ser combatidos”, afirma.
Apesar de não ser possível se prevenir o câncer de mama – a não ser com a única forma de evitar qualquer doença que é adotando um estilo de vida saudável – ele pode ser detectado através da mamografia.
A prevenção: -Os programas de rastreamento para detecção precoce do câncer de mama que seguem os parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que o exame seja feito, a partir dos 50 até os 69 anos de idade, uma vez a cada dois anos. “Nessa faixa etária, com a chegada da menopausa, ocorre uma mudança no tecido da mama e os casos costumam surgir com mais freqüência”, explica Inez Gadelha.  
Para mulheres mais jovens, a melhor forma de detectar a doença  é com a realização do exame clínico de mama, com investigação profunda de qualquer sintoma suspeito. Se a mulher apresentar histórico de câncer de mama na família, como mãe ou irmã que já sofreram da doença, atenção deve ser ainda maior. “Nesses casos, a avaliação é individual e deve ser feita pelo ginecologista ou mastologista. É ele que vai indicar, dependendo da gravidade do caso, a peridiodicidade de consultas e de exames”, afirma.

O caos na Saúde pública brasileira

            



A saúde pública no Brasil é uma questão que necessita de mais atenção dos órgãos competentes. A realidade nos mostra um país desestabilizado onde as políticas públicas são incoerentes e desrespeitam a sociedade. É vergonhoso ver nossas crianças e idosos morrendo em corredores dos hospitais públicos; ora por falta de atendimento, ora por falta de remédios. Outro aspecto relevante desse “quadro negro” brasileiro é em relação às greves que assolam cada vez mais o povo oprimido, que luta constantemente por uma vaga nos postos de saúde.
Nosso país não é o primeiro, mas pelo menos merecemos uma saúde de primeira, digna de alimentar as esperanças de um povo sofredor. Que luta dia-a-dia para pelo menos conseguir uma consulta através do SUS. O Sistema Único de Saúde precisa urgentemente ser reformulado. A sociedade pede emergência e os brasileiros se humilham: 
Alguém ajuda?